sábado, 27 de agosto de 2016

Becerrada Valmojado

A propósito de um vídeo filmado pelo PACMA que denuncia a barbaridade das bezerradas na localidade de Valmojado, província de Toledo, Espanha o autarca Jesús Agudo do Partido Popular, veio a público afirmar, que vai denunciar todos aqueles que se insurgiram e criticaram a brutalidade e atrocidade destas práticas.

Segundo o inqualificável o vídeo foi manipulado com a intenção de manchar e difamar o nome de Valmojado.
Para quem não viu o vídeo “manipulado”.
Ora tendo em conta que o referido vídeo já foi visto por mais de 11 milhões de pessoas é caso para perguntar se vai processar toda essa gente.
Mais um retardado que faria melhor figura se estivesse calado.

Prótouro 
Pelos touros em liberdade

[Imagens de Crueldade extrema]

domingo, 7 de agosto de 2016

Pérolas: A defesa do indefensável

Existem tantos outros sociólogos e professores que defendem a Nossa Causa, Abolicionistas. O sociolólogo Luis Capucha tem tanto direito como nós temos, de defender a Abolição dum espectáculo degradante. Ser sociólogo não lhe dá mais direitos.
Uma resposta que ficará para a História "Negra"  e sangrenta desta cidade e deste país.




«Carta Aberta à Diretora do “Público”

Em defesa do bom jornalismo e da liberdade cultural

Exma. Senhora Diretora

Resolveu V. Exa. no Editorial de ontem, 22 de julho, do “Público” alinhar com os argumentos anti-taurinos cujas materializações numa série de projetos de Lei foram chumbados recentemente na Assembleia da República, por uma maioria de deputados superior a 80%.

Sem reflexão ou justificação acusou os Partidos que chumbaram esses projetos de se moverem em função de meros interesses clientelares, entrando dessa forma numa linha de argumentação perigosamente populista. Melhor seria ter-se informado, como devem fazer os jornalistas e, por maioria de razão, os diretores de jornais, sobre os fundamentos dos factos que toma por verdades, quando na realidade não passam de puras falsidades. Como cidadã, a Diretora do Público pode ter a opinião que entende, incluindo sobre ideias erradas nos planos moral e ético, como o que se esconde atrás da ideia de “direitos dos animais” (embora ninguém explique quais são os correspondentes deveres). Mas não tem o direito de se servir do cargo para emitir meras opiniões assentes em puros e simples preconceitos. Passo a especificar aquilo que a Senhora Diretora deveria ter mandado investigar, ou ter procurado o contraditório antes de cair nos erros em que cai, em vez de alinhar pelas posições que alinhou.

Diz-se no referido Editorial que “quando um pouco por toda a parte tendências de comportamento e movimentos cívicos evidenciam uma crescente sensibilização aos direitos dos animais, a Assembleia da República mostra o quanto está distante dessas preocupações e desses avanços civilizacionais”. Estranho civismo este que esquece o mais importante: um pouco por todo o lado o que cresce é a violência, o autoritarismo, o ódio, o terrorismo, a injustiça social e económica, o recuo dos direitos humanos, as agressões ao ambiente. O recuo do humanismo, o avanço da misantropia e a transferência dos afetos para com os nossos semelhantes para os afetos para com os animais de companhia não fará parte do ambiente cultural em que vingam todos estes grande problemas humanos?

Diz-se depois que o projeto de Lei do PAN sobre financiamento à tauromaquia é o “mais bem fundamentado, com argumentos e muitos dados por certo desconhecidos da maioria dos portugueses”, e que é “…doloroso transcrever parte da descrição pormenorizada feita no documento do PAN sobre os efeitos que a lide taurina provoca num animal”. Com pouco esforço, facilmente poderia um estagiário da sua Redação constatar que os dados avançados pelo PAN são falsos, pura mistificação e mentira demagógica. Quer quanto aos dinheiros, quer quanto ao ritual de que o Toiro Bravo é o centro. Já é costume esse tipo de propaganda completamente indiferente à verdade dos factos e aos resultados da investigação científica por parte dos animalistas, mas a uma jornalista isso fico mal.

Não falta depois o vitupério contra os seus concidadãos que gostam de toiros, Senhora Diretora. Não é a “…exposição nua e crua da tortura animal” que os anima. São valores profundamente inscritos na cultura tauromáquica e que integram a sua identidade cultural. A Senhora Diretora não é melhor cidadã do que nós, e não compreendemos a presunção de superioridade para connosco que transparece do seu Editorial. Se não compreende nem conhece a tauromaquia e os seus valores, nem quer compreender ou conhecer, respeito essa opção. Mas nesse caso não julgue o que não entende, porque a ignorância não é boa conselheira.

Por fim, fecha essa a parte em apreço do Editorial com uma pergunta: “Ou será por acaso que os quatro partidos apoiantes das touradas são os únicos que dispõem de corte camarária?” Pergunto-lhe, Senhora Diretora, se pode pensar na resposta a outra pergunta: não será que os partidos sem presença nos municípios não estão nessa situação porque são incapazes de sair dos meios elitistas de que são originários para tentar compreender, de forma próxima e vivida, os sentimentos dos portugueses, naquilo que eles têm de especificamente local?»


Vila Franca de Xira, 23 de julho 2016
Luís Capucha, Sociólogo, Professor no ISCTE-IUL

terça-feira, 26 de julho de 2016

O Negócio das praças de Touros

A realidade da tauromaquia na região num périplo pelas praças de touros, onde há mais prejuízo do que lucro. A rentabilidade das corridas está longe dos seus tempos áureos, também por culpa da crise.

​ Empresário da Palha Blanco:
“Público de Vila Franca é o mais exigente do país”

O empresário Paulo Pessoa de Carvalho gere a praça de Vila Franca de Xira desde 2015. Sendo possível que se mantenha até 2017 se for vontade do empresário e da entidade proprietária- a Santa Casa da Misericórdia local. “Esta é uma relação que tem estado a correr bem. Sabemos que não podemos entrar em loucuras porque em termos económicos as pessoas já não aderem tanto à tourada. Tentam conter-se o mais possível”.

Imagem
O empresário fala de uma afición difícil

Este empresário não poupa nos elogios ao profissionalismo da entidade proprietária, nomeadamente, “no brio que tem” no que concerne às condições do equipamento, cuja cereja no topo do bolo é a enfermaria que tem à frente o cirurgião Luís Ramos, “um dos melhores médicos da Península Ibérica”, dotada de “condições excelentes”. “A praça de touros é cuidada de forma exímia pela Santa Casa” que naturalmente já se encontra adaptada à nova lei. O empresário que também gere as praças de Almeirim e da Chamusca, igualmente detidas pelas santas casas locais, não tem dúvidas em salientar que prefere gerir equipamentos desta natureza não pertencentes a Câmaras, “onde por vezes se anda ao sabor dos diferentes partidos, e dos seus interesses”. “Nas instituições como as santas casas, mesmo que a direção mude, a filosofia de gestão não se altera muito, é mais institucional, e as regras não mudam. A gestão é mais pura e dura”.

No que se refere aos lucros, “não são os desejáveis nem para mim nem para a Santa Casa. Estamos sempre aquém. Mas posso dizer que as coisas não estão a correr mal face às minhas expetativas”. O empresário, a par do de Azambuja, foi o único neste trabalho que não teve problemas em avançar com o valor da renda que todos os anos entrega à Santa Casa: 17 mil euros mais Iva.

O empresário das Caldas da Rainha refere que encontrou um público difícil em Vila Franca, muito opinativo e crítico, que nem sempre vai às corridas. “Percebemos que as pessoas escolhem muito bem as praças onde querem ir. Por outro lado, a conjuntura nacional também nos afeta”. Vender os preços dos bilhetes a preços mais económicos, na ordem dos cinco euros, como alguns defendem não é visto como solução, “visto não se traduzir como mais compensatório”. O valor mínimo cobrado em Vila Franca é de 12,5 euros. Com praça esgotada, consegue no máximo chegar a uma faturação a rondar os 90 mil euros.

Para Paulo Pessoa de Carvalho, a praça de Vila Franca é um desafio, “porque foi sempre uma praça séria. A empresa que esteve antes de mim fez ali um bom trabalho”. Por outro lado, o desafio é também a afición que lhe é inerente: “a mais exigente de Portugal, e isso nem sempre se traduz em público”. Nestas duas temporadas que leva de Palha Blanco, o empresário desabafa- “Ali já tive alegrias, sofri e transpirei. Já me trataram mal, e dirigiram-me impropérios. E algumas vezes tive que me calar, encolher os ombros, e ouvir com a maior das descontrações”. As críticas normalmente vão desde “a má apresentação do touro até ao desempenho dos artistas”. “Em Vila Franca qualquer coisa serve para ralharem connosco, quando tudo corre bem, e não nos dizem nada, então é sinal que correu mesmo tudo bem”. Imagem

​A Palha Blanco tem uma lotação de 3500 lugares, com quatro corridas principais por ano, duas no Colete Encarnado e duas na Feira de Outubro. Um dos itens do caderno de encargos do contrato com a Santa Casa constam as corridas com toureio a pé em que a cidade tem tradição. “Por vezes não é fácil encontrar nomes, mas faz parte e isso significa defender as raízes da terra”. Neste aspeto há que contratar fora do país: “Comercialmente o toureio a pé não funciona. Apenas com nomes espanhóis. O toureio ficou órfão de Pedrito de Portugal que de facto tinha uma mística, mas ainda assim não tinha o toureio profundo dos espanhóis”.

Questionado sobre a dificuldade de se ser empresário neste meio, garante que já pensou muitas vezes em desistir, até porque o setor é pouco unido. “Cada vez que nós trabalhamos, e nos pomos empenhadamente a fazer as coisas, esperamos o mínimo de retorno financeiro, mas muitas vezes no final temos de ir inventar dinheiro onde ele não há. Só mesmo um maluco é que paga para trabalhar”. Por outro lado, “há empresários que estão neste meio, porque acham piada, por brincadeira, e este é mundo muito difícil”.

A rentabilidade das praças de touros também pode passar por outro género de espetáculos, nomeadamente, musicais. Esta foi uma vertente que explorou enquanto esteve à frente da praça das Caldas. No caso da Palha Blanco vai receber em breve um espetáculo de José Cid.

Já no que às ditas “trocas”, refere que há cavaleiros melhores e piores, “mas nas bilheteiras valem todos o mesmo”. “Um cavaleiro tem todo o direito de pedir sete ou mil euros, mas a verdade é que esse toureiro, normalmente, vale quase tanto como um que vá lá por mil”. Como não há um nome sonante, “isso torna tudo mais difícil”. As “trocas” são algo “que limita bastante o trabalho. “Esta moda dos empresários apoderados tem sido algo complicado, em que essa pessoa só compra o meu toureiro se eu comprar o dele”. “Trata-se de uma grande promiscuidade, que é difícil para o empresário”, não tem dúvidas. No seu caso não é apoderado atualmente de nenhum toureiro. Paulo Pessoa de Carvalho não considera que esta forma de estar nos bastidores das touradas seja limitativa do aparecimento de novos valores, “porque quem tem de romper, rompe!”, mas não deixa de ser verdade “que muitas jovens figuras vão aparecendo não tanto pelo seu talento, mas por circunstâncias económicas que geram essas oportunidades”. E ilustra o quadro – “Por vezes esse toureiro não é grande coisa e anda-se ali numa grande mentira, com o apoderado a tecer elogios que não têm nada a ver”. “Antes as pessoas apareciam claramente por mérito, mas hoje desvirtuou-se essa realidade, que no fim de contas descredibiliza a festa”. Por outro lado, alguns toureiros “recusam-se a pegar touros mais imprevisíveis como os da ganadaria Palha”, ilustra para definir a crise de talento e empenho.

A nova lei que regula a atividade taurina no entender do empresário enferma de um grave problema tendo em conta que na sua feitura, o anterior Governo decidiu ouvir os movimentos antitaurinos, “o que não faz sentido”. “Não quer dizer que quem não goste da atividade taurina não possa opinar sobre a regulamentação da atividade, pois pode ter uma palavra a dizer pela sua experiência, o que não pode acontecer é que que quem queira matar a atividade tenha o direito de vir dizer alguma coisa”.


Leia aqui o artigo completo:
 CAPT: ABOLIÇÃO da tauromaquia em Portugal e no Mundo



sábado, 4 de junho de 2016

Carlos Anjos, o Aficionado Bafiento

carlos anjos

Carlos Anjos ex-inspector da PJ, presidente da Comissão de Protecção às Vítimas de Crimes, frequentador assíduo de touradas e escrevinhador no “Correio da Manhã” publicou um artigo intitulado “Ataque à tauromaquia”.

No longo e vomitativo artigo começa por afirmar que nunca deu importância aos anti-taurinos (prontos lá vem o espanholês) porque somos demasiado pequenos com toques ditatoriais e autoritários, só comemos ervas, não tomamos banho, não gostamos de caça e pesca mas gostamos de raves e de consumir drogas.

Nem sequer nos vamos dar ao trabalho de comentar estas alarvidades porque o que realmente nos chamou a atenção no artigo foi e citamos:
“Por última a questão de a tauromaquia tornar ou poder levar as pessoas para comportamentos desviantes, nomeadamente violentos. Nem sequer vou perder muito tempo com esta questão. Faço uma pergunta; Quantos toureiros, forcados, bandarilheiros, campinos, empresários taurinos, entre outras pessoas que participam na “festa brava” estão ou foram presos por crimes violentos? A resposta é Zero!!! E quantos foram presos por outro tipo de crimes, inclusive económicos? A resposta continua a ser Zero!!! Quantos é que morreram em situações e condução de desastres de automóveis, por excesso de velocidade e consumo excessivo de drogas de qualquer tipo? A resposta continua a ser Zero!!! Quantos estão presos por crimes sexuais? Zero. Por último, quantos estão ou foram presos na última década? A resposta continua a ser Zero!”

Ó Carlos Anjos você tem mesmo a certeza que toda a gente ligada à “festa” selvagem nunca cometeu qualquer tipo de crime? Tem mesmo a certeza que em todos os casos que enunciou a resposta é Zero?
É que nós assim de repente lembramo-nos de uns quantos casos como por exemplo Vitor Ribeiro ex-tauricida que se encontra em prisão preventiva por homicídio, Carlos Falé Filipe ganadeiro de touros de lide acusado de crime de corrupção, Ortega Cano tauricida condenado a dois anos e seis meses de prisão por homicídio negligente em virtude de conduzir completamente bêbado, o tauricida Gabriel Ruiz cabecilha de uma rede de tráfico de cocaína, forcados que completamente bêbados e quem sabe drogados se envolvem em rixas e partem e destroem tudo o que lhes aparece pela frente, aficionados que agridem aficionados e anti-touradas enfim a lista é ampla e estes só são alguns dos casos mais mediáticos porque muitos outros existirão que não fizeram manchete nos jornais.

Não tente tapar o sol com a peneira porque todos sabemos que a tauromaquia é um mundo de violência mundo esse que leva as pessoas a terem comportamentos desviantes e você como ex-inspector da PJ sabe isso melhor que ninguém.

Mais uma para provar que quando os aficionados abrem a boca…

Prótouro 
Pelos touros em liberdade

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Aluguer de Touros – Pagamos Todos!

VFX 55.000 euros para touros

A autarquia de Vila Franca de Xira celebrou um contrato por ajuste directo com a empresa Colina Fresca Agro-Pecuária, Lda. para o aluguer de touros e novilhos para as práticas bárbaras que decorrerão na vilória pela “módica” quantia de 55.000 euros.

Criminosamente, esta autarquia asquerosa, continua a não ter qualquer problema em roubar descaradamente milhares e milhares de euros aos contribuintes!

 Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/

sábado, 9 de janeiro de 2016

Vila Franca de Xira não quer mexidas na lei que regula as touradas

Presidente da câmara vai escrever ao primeiro-ministro a expressar a sua preocupação com o assunto.
Em causa a possibilidade, aventada por António Costa, de serem as autarquias a referendar a proibição de espectáculos tauromáquicos nos seus territórios.

 A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira está preocupada com a intenção do Governo em mexer na legislação que tutela os espectáculos taurinos, abrindo a possibilidade de serem as autarquias a referendar a realização de corridas nos seus territórios. Por isso, o líder da autarquia, Alberto Mesquita (PS), assumiu que vai escrever directamente ao primeiro-ministro, o também socialista António Costa, a vincar qual a posição do seu município.“Vou enviar um ofício ao primeiro-ministro a dizer que a cultura tauromáquica é importante para o país e que em Vila Franca de Xira, em particular, não passa pela cabeça que a lei seja alterada. Está bem tal como está. Esta diz que não cabe aos municípios decidirem se devem ou não ter touradas, mas sim promover o que são as tradições.

Acho, sinceramente, que o primeiro-ministro terá outras matérias mais importantes do que esta com que se preocupar no imediato. Não me parece que passar para os municípios a responsabilidade de fazer referendos sobre tauromaquia seja uma boa ideia”, frisou.

Recorde-se que o primeiro-ministro António Costa afirmou, no Parlamento, que “é uma boa regra confiar aos municípios o que devem ser as decisões relativas a esses espectáculos, como outros envolvendo animais”, em resposta ao deputado do PAN, André Silva. “A descentralização de competências é uma pedra angular da reforma do Estado. Essa descentralização abre a porta a que os cidadãos, por via do referendo local, se possam pronunciar sobre essa matéria”, defendeu governante.

O assunto foi abordado na última reunião de câmara pelo vereador da Coligação Novo Rumo, Rui Rei, que manifestou a sua preocupação. “Uma das primeiras coisas que este governo fez foi um ataque à tauromaquia, uma tentativa de acabar com a festa de touros. Estranho o silêncio do PS neste assunto, mas veremos como se posicionam alguns ilustres vilafranquenses”, atirou.

Também a Protoiro já se manifestou contra a possibilidade levantada por António Costa, dizendo, em comunicado, que “esta posição revela, antes de mais, um total desconhecimento da legalidade e da importância da tauromaquia no nosso país e para os portugueses. É o próprio Estado que define no Decreto-Lei 89/2014 de 11 Junho, que “a Tauromaquia é nas suas diversas manifestações, parte integrante do património da cultura popular portuguesa” sendo esta área tutelada pelo Ministério da Cultura.

A serem implementadas as medidas proferidas, tal constituiria uma grave violação dos direitos, liberdades e garantias constitucionais dos portugueses”, alertando ainda para os milhões de euros de impacto que a tauromaquia tem na economia portuguesa, além dos empregos que gera.

A Assembleia de Freguesia de Vila Franca de Xira também se pronunciou, aprovando uma moção (com os votos favoráveis de CDU e Coligação Novo Rumo e abstenção do PS) onde exige que o primeiro-ministro “cumpra a legislação que regula a Festa dos Toiros em Portugal”.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Os municípios devem decidir o fim das touradas

O Capucha é mais um nojento verme social, lixo amorfo que se quer promover à custa desta barbárie! Esta corja TUDO faz para atingirem os seus objectivos macabros!

O Costa(sem tomates)está a descentralizar a “SUA” competência. A livrar-se da responsabilidade. A “sacudir a água deste capote”! Sacode a água do “capote”?… descarta-se de responsabilidades e “cala a boca”(pensa ele) aos que advogam a ABOLIÇÃO. Nem pensar… estamos fartinhos destes NIMs cobardolas!!!!




O referendo na nossa terra(município) vai ser o que sabemos, desastroso SE a maioria(temos quase a certeza) no município que não é a favor se abstiver, como é costume. Veremos… 
Os algozes fazem é muito barulho(em VFX) porque bem contados são poucos e de má qualidade!




Já Agora Também Queres o Rabinho Lavado com Água de Malvas?
«Luís Capucha o sociólogo aficionado escreveu um artigo a propósito das declarações de António Costa sobre as touradas, em que diz, que sempre defendeu, que deveriam ser as autarquias, a assumir a regulação da barbaridade ao ponto de permitirem touradas à espanhola ou seja com a morte dos bovinos na arena.

Para este verme as touradas tal como existem não têm sofrimento e sangue que baste portanto bora lá meter os picadores e a estocada de morte.

Afirma ainda o tipo que António Costa quando referiu que devem ser as autarquias a decidir só falou no fim das touradas e não do desenvolvimento das mesmas.

Aprende a ler pá o que o Costa vergonhosamente disse foi que devem ser os municípios a decidir pela abolição ou manutenção das mesmas o que é algo totalmente diferente, já que o Costa, tal como a maioria dos políticos, ao invés de os ter no sítio e abolir esta aberração de uma vez por todas passou a bola e lavou as mãos tal como Pôncio Pilatos.»

Prótouro 
Pelos touros em liberdade


Luis Capucha deixa importante aviso à navegação!
Sob o título "Toque a rebate, em defesa da cultura tauromáquica e da festa de toiros", o sociólogo e grande aficionado vilafranquense Luis Capucha (foto) publicou ontem, 2 de Dezembro, no blog "café-vila franca" este importante texto, um verdadeiro aviso à navegação para os perigos que espreitam a Tauromaquia nos próximos tempos. Infelizmente, nem a ProToiro, nem a (dita) prensa taurina, certamente entretidos com outras historietas, deram ainda a devida importância ao alerta de Capucha. Nós fazê-lo, reproduzindo-o aqui, com a devida vénia:
in farpas blog


Toque a rebate, em defesa da cultura tauromáquica e da festa de toiros

Hoje, dia 2 de dezembro, o primeiro governo de coligação entre o PS e a sua esquerda da era constitucional da democracia portuguesa apresentou-se no Parlamento para discutir o seu programa. Um dia destes deixarei aqui as minhas notas sobre o que se passou no plano político em Portugal desde 2011 e a minha opinião sobre os notáveis acontecimentos que se verificaram. Mas hoje resolvi escrever sobre um assunto urgente.
Em resposta a uma interpelação do Deputado do PAN, o Primeiro Ministro António Costa respondeu que discordava da fixação de uma regra nacional para o assunto, preferindo uma solução na qual devem ser os municípios a decidir o fim das touradas. É uma declaração ameaçadora. No dia em que, em entrevista a um canal de televisão, A. Costa admitiu que poderia alargar as negociações que conduzia com os partidos à esquerda do PS até ao PAN, afirmei no Facebook que deixava de pagar as quotas e, portanto, de ser militante do PS. Não admito que um partido de tradição humanista negoceie com um partido misógeno, animalista, que coloca aqueles que diz serem os problemas dos animais acima dos problemas das pessoas e que possui uma visão do mundo que seria legítima, caso não a procurasse impôr, seja por que meio for, de modo totalitário, aos outros.
Alguns amigos e amigas meus/minhas aficionados e ingénuos têm-me dito que não devemos prestar muita atenção aos que pretendem abolir a festa de toiros, porque são apenas um bando que procura o mero protagonismo e as sua bravatas estarão destinadas ao fracasso. Tenho insistido, por escrito e em intervenções diversas, que essa posição esquece a natureza dos atuais animalistas e das forças internacionais que os suportam, em defesa dos seus negócios e da dominação cultural, impondo uma maneira única (e nada natural) de olhar o mundo e a relação do homem com a natureza. Hoje creio que ficou claro que o impacto da sua ação pode ser mais pernicioso do que muitos imaginam. É claro que os mais ingénuos julgarão as palavras de A. Costa como julgaram sempre a atuação dos políticos nas últimas décadas - na verdade, desde a proibição dos toiros de morte pelo governo fascista. Sempre evitaram o tema, receosos de desagradar ou a gregos ou a troianos. A posição de A. Costa também tem um pouco desta cobardia política: passar o assunto para os autarcas, sacudindo a água do capote.
Mas há uma nuance que não se pode deixar de notar: ele podia ter dito que "devem ser os municípios a decidir o que fazer com as touradas". Mas não, a frase só aponta para o fim das touradas. Isto faz toda a diferença. Nos municípios não se farão, então, referendos sobre o desenvolvimento da festa, mas apenas sobre o seu fim?
Já muitas vezes defendi que uma solução para a regulação da festa de toiros como a que existe em França, que deixa às comunidades locais e aos seus agentes políticos essa regulação, poderia ser útil em Portugal. Mas isso se, e apenas se, os municípios assumirem toda a regulação da festa. Incluindo as modalidades que ela assume, desde as tauromaquias populares às corridas integrais com toiros de morte. Mas não é isso que A. Costa diz. Ele não diz que quer fazer aprovar no Parlamento uma Lei que anule todas as anteriores e que transfira toda a regulação, mas toda mesmo, para os municípios. O que quer dizer que continuaremos limitados, sem a corrida integral e sem toiros em pontas, correndo ainda o risco de alguns municípios, dirigidos por gente facciosa, poderem ficar privados das corridas que agora se realizam no seu território. Seria um passo no sentido do tal fim, aparentemente desejado, de todas as formas de touradas.
Acho que a declaração é suficientemente grave e esclarecedora para que todos os setores taurinos e aficionados se reunam com urgência para debater a situação e as medidas a tomar. E devem exigir aos deputados que foram eleitos por círculos eleitorais onde predomina a cultura tauromáquica, aos outros que se dizem aficionados e aos autarcas, que se definam e digam de que lado estão. Nenhum deles pode ficar calado agora e mais tarde vir procurar simpatias numa qualquer barreira numa das praças em que às touradas não se ponha fim.
Este post é dedicado ao meu pai, Armando Capucha, que hoje cumpriria o seu 92º aniversário se ainda estivesse entre nós e que detestava políticos cínicos.
publicado por cafe-vila-franca


Aficionados em Histeria Colectiva

«Os aficionados do costume entraram em histeria colectiva com as declarações do primeiro-ministro.
A federação da treta “prótoiro” emitiu uma nota de imprensa em que acusa António Costa de atacar a cultura tauromáquica e os direitos e liberdades fundamentais dos portugueses. O Mauricinho do Vale acusa o primeiro-ministro de desrespeitar a cultura popular.

E como não têm tomates para o insultar, fazem afirmações falsas e acusações que provam que não sabem o que dizem como se pode comprovar pelo seguinte extracto da nota da “prótoiro”:

“Declarações gravíssimas e inadmissíveis, atentatórias da cultura portuguesa e dos direitos e liberdade dos cidadãos portugueses. Tais declarações constituem um enorme atentado à cultura, identidade, direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos, sendo absolutamente inadmissíveis, vindas de um primeiro ministro que se quer credível e respeitado. Estas declarações levantaram indignação em vários sectores da sociedade portuguesa e, levaram mesmo, à desfiliação de membros do partido socialista”.

Tais declarações não constituem um atentado a coisíssima nenhuma, antes pelo contrário constituem a manutenção do desrespeito fundamental pelo direito à vida ao aceitar que a barbaridade tauromáquica continue a existir nas autarquias retrógradas onde os autarcas estão vendidos à máfia tauromáquica.

E a afirmação que vários membros se desfiliaram do partido socialista mais não é que uma das partes da tese de doutoramento em mentiras da “prótoiro” já que somente o aficionado xuxalista Luís Capucha o fez.

Pela teoria das probabilidades, as declarações histéricas não se vão ficar por aqui e tudo porque os aficionados sofrem de analfabetismo compulsivo, porque caso não sofressem até estavam a aplaudir a vergonhosa declaração do aficionado Costa.»

Prótouro 
Pelos touros em liberdade

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Violação dos artigos da Convenção dos Direitos da Criança

"a participação de crianças e adolescentes em actividades taurinas, constitui uma forte violação dos artigos da Convenção dos Direitos da Criança" 

Resolução do Comité dos Direitos da Criança da ONU, reunido na sede do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos em Genebra a 22 e 23 de janeiro de 2014.

Recomendação o Comité dos Direitos da Criança





«A recomendação parte do Comité dos Direitos da Criança, órgão máximo a nível internacional para esta matéria, encarregado de garantir o cumprimento da Convenção sobre os Direitos da Criança, com base num relatório apresentado pela Fundação Franz Weber, no âmbito da sua campanha “Infância sem Violência”.

A observação é destinada a Portugal, o único país com atividade taurina examinado este ano pelo Comité, mas segundo Vera Weber, vice-presidente da Fundação, “o mesmo princípio, aplica-se, desde hoje, a todos os outros Estados partes, pois a Convenção tem como objetivo oferecer os mesmos direitos a todos, e isto aplica-se a todas as crianças”.

A Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, um dos 9 órgãos de tratados em matéria de direitos humanos, pronunciou-se de forma expressa, contra a participação e assistência de crianças a eventos taurinos.

Desde pequenas, as crianças são expostas a uma forma de atividade violenta” que, além do mais, “apresenta riscos para a sua própria integridade física”.
(...)apesar do organismo português para a proteção das crianças, ter declarado em 2009, que estas atividades supõem um risco para estas, atualmente continuam a ser autorizados menores de idade a participar em espetáculos taurinos, contrariando as obrigações da Convenção.

(...)o Comité tornou pública a sua postura a respeito da participação e assistência de crianças a espetáculos taurinos “O Comité, com vista à eventual proibição da participação de crianças na tauromaquia, insta o Estado Parte a adotar as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objetivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e atuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores”. E, entre outras observações, acrescenta: “O Comité, insta também o Estado Parte, para que adote medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e o seu impacto nas crianças”.

Nas escolas, nas aulas ou em eventos taurinos em que participam crianças, estas têm que ferir com violência os touros, com instrumentos cortantes, e agarra-los, sem qualquer proteção, até os dominar, sendo muitas vezes vítimas de acidentes”, afirma Sérgio Caetano, representante da Fundação Franz Weber em Portugal. “Por outro lado, as crianças que assistem a estes espetáculos, presenciam imagens de grande violência. Entendemos que agora, Portugal deve evitar que os menores de 18 anos frequentem aulas de tauromaquia e participem ou assistam a espetáculos taurinos

a ONU deu-nos mais um argumento para estarmos contra a tauromaquia e este tipo de espetáculos violentos que prejudicam, não só os animais, mas toda uma sociedade, incluindo crianças e adolescentes”.»

Fonte:
A ONU pede a Portugal para afastar as crianças da “violência da tauromaquia”

As Crianças e a Educação!


«Nos vários anos em que ensinei crianças e adolescentes carenciados e de várias etnias, verifiquei que o abandono e a violência que a vida lhes proporcionava, se dirigia normalmente contra os colegas, (bullying) ou contra animais, por estes serem o elo mais fraco, nos bairros degradados em que viviam. No entanto, essa violência, não é vista apenas nas cidades grandes, nem nas comunidades mais carenciadas, porque também leccionei no interior, onde se faziam autênticos massacres a animais, sob a condescendência dos adultos e até progenitores.

Perante estas situações e por solicitação dos Gabinetes de Apoio, fiz várias acções de sensibilização nas Escolas onde trabalhei e também em outras, como voluntária.
Infligir dor e sofrimento a um ser vivo, jamais pode ser considerado como um comportamento saudável no crescimento harmonioso de um menor de idade, assim como não o é, para um adulto responsável e menos ainda se for Encarregado de Educação ou Professor.

O Comité dos Direitos da Criança, da ONU, advertiu Portugal em 2014, citando o seguinte:
“A participação de crianças e adolescentes em actividades taurinas, constitui uma forte violação dos Direitos da Convenção, doutrinando-as para uma acção violenta”.
Mais adiante, esta Convenção, coloca mesmo o uso de crianças e adolescentes na tauromaquia, a par do tráfico de droga, como trabalho degradante e perigoso.

A Associação Americana de Psiquiatria, considera a crueldade contra os animais,um transtorno de comportamento e a 4ª edição do Manual de Diagnóstico e Estatística dos Transtornos Mentais, define como transtorno de comportamento, a acção de ignorar os direitos básicos dos outros, bem como as principais normas sociais e regras próprias, aplicadas à idade do indivíduo.

A evidência clínica, indica ainda que os sintomas de crueldade para com os animais, são observados durante as 1ªs etapas do Transtorno Comportamental, frequentemente, por volta dos 8 anos de idade.
Algumas pesquisas, indicam ainda que em 80% dos lares, nos quais o Controle Animal, encontrava animais maltratados, havia antecedentes de abuso físico, negligência familiar e sobretudo afectiva.»

Texto de Teresa Botelho

domingo, 6 de setembro de 2015

Um artigo deprimente!

Que Luís Capucha é aficionado, já há muito se sabe. O que se torna agora incontornável é a falta de capacidade de análise e a total ausência de pensamento crítico de que este senhor padece. Prova disto é o infeliz artigo que escreveu no Público: uma sucessão de chavões sem qualquer objectividade ou sustentação lógica. Quando se quer defender o indefensável não basta a vontade; é preciso, sobretudo, inteligência, capacidade de manipulação dos factos e muito empenho. Acresce a tudo isto o facto de o artigo ser, essencialmente, um ataque a outro articulista e ao que escreveu e não uma defesa objectiva da tauromaquia. Ataca-se o mensageiro para evitar o vexame de reconhecer que não há razões válidas para se justificar um vício, que não seja assumi-lo humildemente.

Em suma, um artigo deprimente.
via Enterrar Touradas


Sobre a Festa de Toiros: falemos de democracia
 Para os aficionados, o toiro é um animal sagrado, que se teme e admira, que desperta paixão e amor.

in Jornal Público

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A Verdade das Mentiras

Excluimo-nos de qualquer comentário porque as palavras e os factos falam por si!
Nos blogs da tauromáfia  pode ler-se:

Anti Taurinos provocam aficionados em Alcochete

Uma manifestação anti taurina, marcou este domingo a corrida de Alcochete.
Uma dezena de apoiantes da casa anti taurina, insultavam tudo e todos à passagem dos aficionados que se dirigiam para a praça de touros alcochetena, estando devidamente salvaguardados pela Guarda Nacional Republicana.
Perto do início da corrida os animos exaltaram-se, havendo mesmo uma pequena escaramuça entre os anti taurinos e aficionados, prontamente sanada pela GNR, sem que ninguém tenha sido identificado.
Os manifestantes foram depois escoltados pela GNR, para fora da Vila de Alcochete, terminando assim este triste episódio.
A luta pela causa anti taurina está cada vez mais perigosa e é tempo de as autoridades competentes tomarem uma atitude, pois vivemos numa democracia, e cada um é livre de fazer as suas escolhas culturais. 
touroeouro



Anti-Taurinos perturbam e ofendem em Alcochete

Os anti-taurinos realizaram ontem (09/08/2015) uma manifestação nas imediações da praça de toiros de Alcochete, dentro do recinto da feira e pouco tempo antes da corrida agendada para as 18h00.
O grupo de pessoas, munido de megafones e de cartazes, ofendiam continuada e reiteramente a honra dos transeuntes, dos artistas, dos aficionados, do público e da generalidade dos visitantes da feira, gritando impropérios a quem passava.
Por mais pacificistas que sejamos nós aficionados e por mais que queiramos ignorar estas pessoas que parecem acreditam que praticam o bem, é difícil aceitar esta constante ameaça e atentados contra a honra.
É do conhecimento comum e geral que as Festas do Barrete Verde e das Salinas estão íntima e intrinsecamente ligadas ao toiro e à tauromaquia.
Daí que, ou os anti-taurinos desconheciam esta óbvia factualidade ou acharam pertinente manifestar-se precisamente nesta feira, onde a tradição e o amor à festa brava é visível e indiscutível.
O direito à manifestação foi reconhecido em 1974.
No entanto, o mesmo decreto-lei que autoriza este tipo de manifestação salvaguarda a moral, os direitos das pessoas singulares e a ordem e tranquilidade públicas.
Ou seja:
Nenhuma manifestação deste tipo deve ser autorizada nestas condições.
Primeiro, porque apesar da suposta «paz», os anti-taurinos não se eximem a tecer comentários ofensivos da moral, do bom nome e da honra das pessoas que, no uso da sua liberdade, se encontram numa feira ou a entrar num espectáculo que é legal, conforme ao direito, aos usos e costumes!
Segundo, porque a presença destes anti-taurinos, com os seus megafones e cartazes ofensivos é susceptível de perturbar grave e efectivamente a ordem e a tranquilidade públicas, e, do mesmo passo contrária à lei – por colidir com o livre exercício de direitos de outras pessoas.
Terceiro e acima de tudo – o BOM SENSO, dita-nos que, nestas circunstâncias concretas, por melhores que se julguem as intenções dos ditos anti-taurinos, os benefícios que dali retiram são evidente, nítida e inequivocamente inferiores aos prejuízos que causam na moral e direitos dos aficionados!
solesombra

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Milhares para os tauricidas!

Ignóbil! Vergonhoso! Xulos!
E ajudas para pessoas com deficiência que precisam de sair de casa?
Pagam 15€ aos bombeiros ou ficam em casa!
Esta gente tem que ser travada.

 «Comparticipação financeira à Associação Escola de Toureio José Falcão para aquisição de viatura»
http://www.cm-vfxira.pt/uploads/writer_file/document/11414/ordem.dia.pdf




«Vila Franca de Xira Milhares de Euros para a Tauromaquia

A vergonhosa autarquia de Vila Franca de Xira continua escandalosamente a desbaratar dinheiros públicos em tauromaquia:

– 66.000 euros para a escola de toureio;
– 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado;
– 12.000 euros para apoiar a praça de touros, etc.

E hoje irá ser aprovada uma comparticipação financeira sabe-se lá de quantos mil euros para a aquisição de uma viatura para a escola de toureio José Falcão.

Um país onde certos autarcas desviam dinheiro dos cofres municipais para alimentar a asquerosa e nojenta indústria tauromáquica, autarcas esses, que se estão nas tintas para as necessidades dos cidadãos não é um país é uma anedota, porque num país a sério esta gentalha há muito que estaria sentada no banco dos réus para ser julgada pelos seus crimes.

Prótouro
Pelos touros em liberdade
https://protouro.wordpress.com/2015/07/15/vila-franca-de-xira-milhares-de-euros-para-a-tauromaquia/

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Este rapazinho tem um problema grave como é apanágio de todos os tauricidas.


Acreditam nas mentiras que dizem e dizem-nas tantas vezes que para eles se torna um verdade.
[[onde já ouvi isto?! Ah foi o Goebbels “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” ]]

«A Stand-Up Comedy do Diogo Palha

Diogo Palha, ex-forcado que se gaba de ter 5 primos cavaleiros tauromáquicos, 4 familiares ganadeiros e uma família que há mais de 150 anos vive da tortura de bovinos escreveu um artigo de opinião intitulado “Tauromaquia – Um Sector de Actividade Cheio de Saúde”.

O artigo em questão tem a ver com fundos comunitários nomeadamente os fundos Portugal 2020 e diz o pequeno e citamos:

“Porque realmente é preciso estar de muito boa saúde para se desprezarem as várias possibilidades que o Portugal 2020 oferece às empresas e suas associações e é bom não esquecer que as ganadarias são empresas, os toureiros são empresas, os promotores das corridas são empresas, os transportadores de toiros são empresas, os emboladores são empresas e os produtores de publicidade são empresas.
Se a Tauromaquia portuguesa e as suas empresas precisassem de apoios que a ajudassem a revigorar-se e a ser mais competitiva, os seus líderes estariam atentos e disponíveis para trabalhar de forma incessante no aproveitamento destes Fundos.
Só não estão atentos nem aproveitam porque a Tauromaquia portuguesa não precisa como aliás se pode verificar pelo fulgor económico dos nossos toureiros, ganaderos e empresários, pelas praças sempre esgotadas com cartéis com as máximas figuras de todo o mundo, pelo número crescente de corridas, pela quantidade de feiras taurinas existentes, pela forma moderna e atractiva com que investem na publicidade e promoção, pelo enorme valor de exportações que fazem actuando no estrangeiro e vendendo toiros para fora do país”.
(artigo de naturales-tauromaquiablog)

Depois de lermos estas afirmações das duas uma ou o rapazola está a ser irónico ou realmente acredita em tudo o que proferiu. Ora tendo em conta que a ironia não faz parte do vocabulário dos aficionados, isto quer dizer, que esta alminha quer convencer tudo e todos que a tauromaquia não recebe um chavo de fundos comunitários porque não precisa, porque está de boa saúde.

Que grande lata que o tipo tem especialmente quando pertence a uma família que anda a mamar há anos e anos subsídios europeus, estatais e camarários.

Que pena temos que a estupidez não pague imposto!

Prótouro
Pelos touros em liberdade


;) o faz tudo...
«Diogo Palha é PARA JÁ o empresário - proprietário de um meio de comunicação social da especialidade/ opinion maker/ ex dirigente da ANGF/ ex cabo do Grupo de Vila Franca/ ex forcado do Grupo de Santarém»
in diariotaurino


"quem não se sente não é filho de boa gente"? Ou quem nãodeve não teme!?
"Senhora Ministra da Cultura, deixe de apoiar as touradas e apoie mais o teatro".
Luís Mário Lopes - encenador

Não há PróToiro, não há reacção...
por Diogo Palha

Na passada segunda-feira teve lugar a entrega de Prémios da Sociedade Portuguesa de Autores, eventos que a RTP transmitiu no seu canal 1.
Durante a entrega dos prémios um dos galardoados, um encenador de seu nome Luís Mário Lopes, aproveitou o seu tempo de antena para dar o seguinte recado: "Senhora Ministra da Cultura, deixe de apoiar as touradas e apoie mais o teatro".
Na nossa sociedade, que felizmente vive em liberdade, a ignorância é um direito e dizer alarvidades em directo na TV é o "pão nosso de cada dia". Por isso até acho normal que o tal Luís Mário Lopes seja ignorante e mostre a sua ignorância em directo na TV. O que já não me parece normal é que a Festa e os seus principais agentes continue impávida e serena a assistir a estas coisas sem reagir, sem repôr a verdade, sem vir a público dizer que o encenador Luís Mário Lopes é ignorante e não sabe do que fala.
Já diz o ditado que "quem não se sente não é filho de boa gente" e a Festa quando é atacada, ainda por cima de forma mentirosa e injusta, tem a obrigação de se sentir. Repito: tem a OBRIGAÇÃO de se sentir.
A maioria da população portuguesa não faz ideia de como funciona a tauromaquia em Portugal e, por isso, na segunda-feira passada por causa das palavras do tal Luís Mário Lopes, ficou com uma ideia errada de que a Festa é apoiada pela Ministério da Cultura e pela Ministra. Há que repôr a verdade.

1) Não se sabe se a Ministra da Cultura é aficionada ou não. O que se sabe é que é cumpridora da lei e a lei em Portugal diz que a Tauromaquia é INQUIVOCAMENTE (esta palavra faz parte do decreto-lei) parte da Cultura Portuguesa. Ora se assim é, cabe ao titular da Pasta da Cultura, seja ele quem for, cuidar da Tauromaquia, como lhe cabe cuidar das restantes formas de cultura. É a lei que o diz e os governantes devem cumprir a lei.
2) A Tauromaquia não recebe um único euro do Ministério da Cultura. Do orçamento do Ministério da Cultura não sai um único euro para a Festa dos Toiros. Ao contrário do que sucede para o teatro (certamente para as peças encenadas pelo tal Luís Mário Lopes que ao contrário da Tauromaquia não consegue que o público se interesse para comprar os bilhetes suficientes para suportar o seu negócio, daí ter de andar a pedinchar à Ministra da Cultura).
3) A Tauromaquia paga ao Ministério da Cultura muitas dezenas de milhares de euros por ano em licenças.
4) A Tauromaquia até paga à Sociedade Portuguesa de Autores, em todos os espectáculos que se realizam, pelo direito da Banda tocar músicas que foram escritas por algum autor. É de mau gosto ir a uma gala receber um prémio e ofender e mentir sobre um contribuinte da entidade que dá o prémio, mas enfim, não podemos pedir que o tal Luís Mário Lopes não seja ignorante, mentiroso e mal educado.

Cabia à PróToiro ter reagido logo. Cabia-lhe ter feito chegar um Comunicado à RTP, à SPA e à comunicação social. Cabia-lhe repôr a verdade, não só na sua defesa mas também na defesa da própria Ministra da Cultura. Defender a Ministra porque ao contrário de outros esta não tem vergonha de cumprir a lei não se faz dando-lhe almoços e palmadinhas nas costas, faz-se com cidadania e a Festa tem de assumir de uma vez que tem a OBRIGAÇÃO de se defender e de se promover.

Quando ao tal Luís Mário Lopes, aconselho-o a que peça com mais insistência dinheiro ao Ministério da Cultura pois se agora já não consegue vender os bilhetes suficientes para tornar as suas encenações viáveis, fica a saber que ainda menos venderá pois nenhum aficionado irá ver as suas peças, a começar pela sua peça actual "Casa dos Anjos". Ao contrário dos "chulos" do orçamento do Ministério da Cultura que precisam do dinheiro de quem não tem interesse nenhum em ver as suas obras para sobreviverem, a Festa dos Toiros vive por si só e pela afición das centenas de milhares de portugueses que vão aos toiros todos os anos.

23 de fevereiro de 2011

domingo, 5 de julho de 2015

Lamentamos pelos Touros Torturados e Cavalos abusados!


fotos taurodromo
Alguém avisou os Touros! Teve "sorte" e foi colhido na corrida de ontem, domingo!

E Queria matar?

"Pedrito tentou nos últimos dias que fossem autorizados a intervir os seus picadores, mas a IGAC não permitiu."
in farpasblog

Maurício do Vale um Perito em Bacoradas

foto

No discurso feito na abertura da exposição dedicada aos 60 anos do matador de bovinos Mário Coelho, em Vila Franca de Xira, Maurício do Vale afirmou e citamos:

“Os toureiros são um exemplo de vida, para quem está e para quem virá a seguir. Temos todos a aprender com eles, com a sua humildade e paixão. Este país precisa da tauromaquia e destes exemplos como o do Mário Coelho. Tem de ser um factor de união profunda em Vila Franca de Xira e todos são bem-vindos, os que gostam desta arte, os que não gostam e os que são contra”.

Os toureiros são um exemplo de vida! Em Vila Franca de Xira são todos bem-vindos mesmo os que são contra!

Desde quando é que torcionários são um exemplo de vida? Desde quando é que os anti-touradas são bem-vindos em Vila Franca de Xira?

Maurício do Vale há limites para tudo até para a estupidez e uma vez que você não sabe, nós temos todos o prazer em informá-lo que o que este país precisa não é de tauromaquia, algozes ou pessoas como você, o que este país precisa urgentemente é de evoluir e de abolir de uma vez por todas práticas rançosas e medievais.

Prótouro
Pelos touros em liberdade


Fica o nosso comentário:

“bem vindos… os que não gostam e os que são contra”?

Claro que somos! Ameaçados, ofendidos, ostracizados!
Por isso que muitas das pessoas nesta terra que são Anti-tauromaquia se calam! Conhecemos pessoalmente muitas que temem represálias e perder os postos de trabalho…
Lamentável! Vergonhoso! Isto sim é Involução!

[o Mauricinho(mais um “penetra”) está pior que o Choné-Chaubet quando diz: “Sou apreciador e defensor dos espetáculos tauromáquicos. Encontro neles emoção, estética, valentia, estoicismo, solidariedade e voluntariedade no perigo.”]
Só falta dizer: Venha vinho! Venha!

Sobre o “maestro” matador nem nos pronunciamos pois preferimos dizer pessoalmente!

Somos Vilafranquenses e somos Anti-tauromaquia!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Polémica no ar: e se Pedrito voltar a MATAR um toiro em Vila Franca?


aconteceu em 7 de Maio de 1977...
E se isso volta a acontecer este domingo em Vila Franca?...

A polémica está no ar e pelos mentideros da Festa corre à boca cheia que "pode acontecer". Como há catorze anos na Moita, Pedrito de Portugal volta a enfrentar no próximo domingo em Vila Franca  o enorme e decisivo desafio de provar se é desta - ou não - que se relança e regressa em definitivo à ribalta (de onde nunca deveria ser saído) e o calorento ambiente da praça "Palha Blanco" (uma das mais aficionadas ao toureio a pé e sobretudo, à verdade do toureio a pé) pode dar azo a tudo... até mesmo a que volte a estoquear um toiro!

Fê-lo em 2001 na Moita e foi condenado ao pagamento de uma coima de 100 mil euros (vinte mil contos), mas mesmo assim... as dúvidas ficam no ar até ao próximo domingo. O empresário Paulo Pessoa de Carvalho disse ontem ao "Farpas" que se trata de uma corrida "onde tudo pode acontecer".

Pedrito tentou nos últimos dias que fossem autorizados a intervir os seus picadores, mas a IGAC não permitiu. "Se o ambiente se proporcionar, e Vila Franca é uma praça propícia a isso, tudo pode mesmo acontecer...", disse ao "Farpas" uma fonte próxima do matador.

in farpasblog


«Enfermarias das Praças de Touros Não Cumprem Regulamento»

Luis Miguel Ramos

Luís Miguel Ramos, cirurgião do Hospital de Vila Franca de Xira e também responsável pela enfermaria da praça de touros da vilória afirma que a maioria das enfermarias das praças de tortura não têm condições porque não conseguem proporcionar um bom socorro aos algozes em caso de necessidade.

De acordo com o referido cirurgião e citamos: “Da esmagadora maioria das praças que visitei, nunca desempenharia lá a minha função porque não têm condições. Estou a falar de praças no Ribatejo, Norte e Sul do país mas também em algumas praças consideradas de primeira linha, que me deixaram desolado. Fiquei a pensar como era possível dar um espectáculo naquelas condições. Há praças que não têm desfibrilhadores para casos de paragem respiratória ou cardíaca. Só com uma compressa e Betadine não se resolve nada”.

E vai mais longe ao afirmar que poucas estarão em condições de se adaptarem às exigências do novo regulamento tauromáquico.

Comentários para quê afinal, as leis neste país, só servem para decorar o Diário da República, e este governo ao invés de abolir de uma vez por todas a nódoa que mancha este país e que dá pelo nome de tauromaquia aprovou um regulamento para satisfazer a indústria tauromáquica sabendo de antemão que o mesmo jamais seria cumprido.»

Pelos touros em liberdade

Notícia de 'O Mirante'


sábado, 27 de junho de 2015

12.000 Euros para a Palha Blanco

palha blanco

«Em Vila Franca de Xira o dinheiro cresce nas árvores a avaliar pelas quantias dadas à tauromaquia senão vejamos alguns exemplos:

66.000 euros para a escola de toureio, 42.000 euros para alugar bovinos para o Colete de Encarnado e 12.000 euros para apoiar a praça de touros de acordo com o protocolo que irá ser assinado com a empresa que gere a Palha Blanco e cujo empresário é Paulo Pessoa de Carvalho.

A autarquia tem tanto mas tanto dinheiro, que em tempo de crise, até se deu ao luxo de aumentar esse apoio uma vez que em 2014 o subsídio era de 10.000 euros.

Alberto Mesquita (PS), presidente do executivo, afirmou que era importante apoiar uma das imagens de marca do concelho.

Sr. Mesquita, o senhor até pode acreditar que apoiar a tortura é uma das imagens de marca do concelho, mas quando toca a desviar dinheiros públicos para apoiar essa imagem aí alto e pára o baile, porque esse dinheiro, não sai do seu ordenado mas sim dos bolsos de todos os vilafranquenses e a isso nós chamamos roubo descarado e despudorado.»


Prótouro 
Pelos touros em liberdade

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Alberto Mesquita critica actuação da Entidade de Turismo de Lisboa

O Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita
O presidente da Câmara de Vila Franca de Xira, Alberto Mesquita (PS), exige que a Entidade Regional de Turismo (ERT) da Região de Lisboa faça mais e melhor trabalho na promoção dos eventos turísticos diferenciadores do concelho, como é o caso das festas do Colete Encarnado.

No dia 18 de Junho foi realizada uma conferência de imprensa de apresentação das festas do Colete Encarnado, consideradas das mais importantes do Ribatejo, onde compareceram os representantes das forças vivas da comunidade e da festa brava. Os responsáveis da ERT também foram convidados, garante a câmara, mas ninguém dessa entidade compareceu.

"Exigimos que esta entidade faça muito mais do que tem feito. Queremos que faça mais. Somos a grande região de Lisboa e temos de ter a capacidade de conseguir atrair pessoas além da capital. É nisso que Vila Franca de Xira é diferente, apresentando uma festa única e diferenciadora nesta região", vincou.

Alberto Mesquita confessou o "grande esforço" que tem sido feito para promover as festas, contra tudo e contra todos, mesmo quando os representantes da entidade de turismo não aparecem nos eventos. "Nós convidamos, mas nesta altura é preciso uma grande paixão para manter esta tradição viva [tauromaquia]. Sem os toiros e os campinos esta região era mais pobre. Sabemos que algumas pessoas não gostam e que o movimento anti-taurino entrou na agenda política. Mas o Colete Encarnado é o que nos diferencia no panorama turístico da capital e é nele que apostamos", vincou.

O MIRANTE contactou a ERT-RL sobre este assunto mas nenhuma resposta nos foi enviada até ao fecho desta edição.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Apoio municipal à escola de Tortura causa polémica

foto

Movimentos ANTI-tourada dizem que os 60 mil euros dados pela Câmara de Vila Franca de Xira davam para 9 mil refeições escolares. Líder da autarquia refuta argumentos e diz que esse apoio social já existe e que o mesmo não implica que se deixem morrer as tradições.

O apoio que a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira concede à Escola de Toureio José Falcão está a causar celeuma nas redes sociais. Os 60 mil euros que a autarquia atribui de subsídio à escola estão a ser contestados por grupos anti-touradas, nomeadamente o blog Prótouro - Pelos Touros em Liberdade, que afirma que essa mesma verba serviria para fornecer cerca de 9 mil refeições a famílias carenciadas com filhos no primeiro ciclo.

O líder autárquico realçou ainda a importância das tradições taurinas também no campo do combate ao desemprego na localidade, dados os recursos agrícolas que são necessários para criar cavalos e toiros e a sua utilidade para a agricultura.
in  'O Mirante'